Jogo que promete muito, na mesma linha de Uncharted. Aí embaixo o mais novo trailer.
Da mesma maneira que pequenas empresas tem se beneficiado muito das oportunidades de vendas de jogos “casuais”, muitas grandes empresas querem pegar carona e por vezes não tem o mínimo de VERGONHA NA CARA !
Abaixo a mensagem do pessoal da NIMBLEBIT (criadores do TINY TOWER) para o pessoal da ZYNGA (copiadores do TINY TOWER)
(clique na imagem para tamanho original)
Deus EX: Human Revolution. Nunca havia jogado nenhum jogo da série Deus EX. Tenho todas as versões de Blade Runner e já vi todas várias vezes. Como não gostar de Deus EX ? Está tudo ali: pessoas misturadas com tecnologia até o ponto de não distinguirmos o que é “humano”, em um ambiente noir pós apocaliptico onde dominam as mega corporações, cheio de intriga e mistério. Comprei o jogo cheio de expectativa, e ela foi atendida 100%.
Vc tem a liberdade de tomar dois caminhos no jogo. Jogar de modo furtivo, evitando confronto e somente deixando seus inimigos “desmaiados” ou o modo “Rambo’, onde vc simplesmente sai matando todos. Claro, vc pode tb matar alguns inimigos, desviar de outros e nocautear alguns. A diferença aqui é que o jogo recompensa com pontos para vc gastar com “augmentations”, que são melhorias nas suas partes biônicas. Então, se vc opta por matar seus inimigos, o jogo te castiga te dando menos experiência ? Not at all. Pense bem: se vc opta por matar seus inimigos, seu foco são as ARMAS e não os augmentations. E upgrade de arma é free. É só encontrar os upgrades por aí e mandar bala. Independente de xp (que no jogo são chamados de “praxis points”). E o detalhe é que É MAIS DIFÍCIL passar sem matar seus inimigos. Então, é natural que o bônus (xp ou praxis) seja maior.
Não vou detalhar o jogo aqui (vc pode ver detalhes em vários sites por aí), mas sim dar minha opinião sobre ele. Deus EX é um jogo muito bom, pois já parte da premissa que vc pode definir seu estilo de jogo. Ele não te obriga a nada. Vc pode jogar somente as missões principais. Sem problema algum. Ou vc pode jogar as secundárias, ou apenas as que te interessarem. Vc pode matar quem quiser, ignorar quem quiser, ajudar (ou não) quem quiser. A liberdade é um ponto bem marcante aqui. Como já disse antes, quem define o estilo de jogo é vc, e isto faz vc sentir que realmente faz parte do história, daquela trama, e fica cada vez mais e mais curioso com o desfecho de tudo. Vc pode simplesmente ignorar as centenas de computadores que vc verá durante o jogo. Ou pode hackear todos eles. Muitos terão emails interessantes, alguns contendo dados de segurança (senhas?). Quando vc tem que entrar em um prédio, por exemplo, é possível entrar pela porta da frente, passando invisível pelos guardas, ou tentar convence-los a deixa-lo entrar, ou matar os guardas, ou se esgueirar pelo tubo de ar condicionado….. O jogo TODO é assim. E esse ponto já me fez amar Deus EX.
Mas temos tb a ambientação. Os gráficos, sons, a música. Um clima noir muito bem construído. Até a voz rouca do personagem principal ajuda. As cidades pulsam com vida, pessoas conversando nas esquinas (escute essas conversas e vc descobrirá coisas interessantes, como entradas alternativas). Poderia ser MAIS vívido, mas acredito que ainda temos limitações em relação ao videogames, que tem pouca memória, chipsets de vídeo ultrapassados, etc e jogos multiplataforma tem que ser “iguais” nos PCs e nos videogames, logo ficamos nivelando (BEM) por baixo. Mas no geral, Deus EX é muito bonito e bem ambientado.
A movimentação e resposta dos controles tb é imediata (só joguei no PS3) e o jogo não é um FPS, logo, seu personagem é lento e tem que ser furtivo na maior parte do tempo se quiser sobreviver. As animações são muito boas quando vc nocauteia os inimigos e a AI do jogo é razoável. Sua “vida” se recupera com o tempo, mas aqui temos a desculpa de vc ser meio “biônico”, certo ?
Uma das grandes críticas dos jogadores é justamente em relação aos “chefes”, pois se vc investe em um estilo de jogo furtivo, é justamente nos chefes, que TEM que ser mortos, aonde vc, em teoria, teria problemas. Só posso dizer uma coisa em relação a essas críticas: BESTEIRA ! Besteira de quem não quer PENSAR ! Vou citar dois exemplos aqui e finalizarei com um terceiro e GRANDE exemplo.
O primeiro chefe. “Oh, meu Deus, o FDP atira granadas e me detona em dois segundos. Esse jogo é uma merda !”…. Se vc apela para força bruta, de cara o primeiro chefe é (muito) difícil de vencer. Mas se vc percebe que na sala aonde vcs estão presos existem vários extintores de incêndio e que vc pode arremessa-los contra ele… Sim, simples assim.
O segundo chefe: uma mulher. Ela é rápida. Ela é invisível. Ela é mortal. Mas se vc pegar a arma que está AO LADO da porta antes da sala para enfrentá-la, com duas rajadas ela está morta. Simples assim. Again.
O jogo segue com vários exemplos desse tipo. O lema de Deus EX é “think outside the box”.
E, como disse, para finalizar, MALIK. A cena do helicóptero. Tema de 10 entre 10 fóruns pela internet. Afinal, a cena é mal feita ? Malik tem que morrer ? É possível salva-la ? É DIFÍCIL salva-la ? Digo que, de forma alguma, o jogo penaliza vc nessa cena. Primeiro, porque deixar Malik morrer (ou ser incapaz de salva-la) não muda muita coisa no fim das contas. Mas se pra vc é questão de honra, afinal ela é sua amiga, sua parceira, então…. salve-a ! É tudo uma questão de TEMPO. Vc nunca vai conseguir salva-la na primeira tentativa. Aprenda onde estão seus inimigos. A fase é REPLETA de itens que podem ser arremessados para eliminar guardas e robôs. Concentre-se em eliminar primeiro as armas pesadas e o robô. E seja rápido e metódico. A desculpa que mais encontro é “mas eu cheguei na fase sem xxxx”. Chegou pq não pensou. No EMBARQUE para a missão (no HELIPORTO) onde acontece o acidente, há uma escada que leva para um porão onde tem uma PORRADA de munição e armas. Não viu ? Então a culpa é SUA, não do jogo. Na área onde seu helicóptero cai, a sua esquerda assim que vc começa a fase, tem outra sala com granadas. Não viu ? Já sabe, né ?
Enfim, Deus EX é um jogo que recompensa o observador, o estrategista. Um jogo inteligente, bonito e que te deixa triste quando termina. Um dos melhores de 2011, junto com Dark Souls e Skyrim.
Dia 07 de outubro sai DARK SOULS, sucessor de DEMONS SOULS. Claro que vou comprar e jogarei. Na Eurogamer, uma discussão sobre o fato de não haver PAUSE em Demons Souls nem em Dark Souls, um usuário vem com essa pérola
Pause is for pussies. Real Men take the PS3 controller to the toilet and play blind like the super-ninja's Demon Soul's fans are.
Estava eu buscando um jogo para me entreter (e sou muito chato com jogos. É difícil um jogo me prender, tem que ser muito bom) e lembrei que há um tempo atrás eu zerei FALLOUT 3 e adorei o jogo. Então resolvi tentar o Fallout New Vegas, que é tipo uma continuação, um grande DLC. O jogo, segunda a crítica na internet, tinha tudo para ser excelente – como Fallout 3 – mas foi um fracasso por causa do número excessivo de bugs. Como o jogo foi lançado em outubro de 2010 (quase UM ANO atrás) e já tinha o Update 7 (ou seja, já saíram SETE pacotes de correção para o jogo), imaginei que poderia já estar, pelo menos, jogável.
Baixei o jogo e o Update 7 (é cumulativo, não precisa baixar os anteriores), para ver se valeria a pena adquirir (comprar) o jogo. Primeira tentativa: comecei a jogar o tutorial, dei uns tiros em umas garrafas e precisei seguir o NPC para matar uns bichos e…. o NPC para. Não vai mais a lugar nenhum. Não posso completar a missão (que era “seguir o NPC”), porque ele não vai a lugar nenhum. OK. Bug. Sai do jogo e comecei de novo. Quando o NPC perguntou se eu queria fazer o tutorial eu disse “não”. BLZ. Pulei essa parte, pensei. Agora vai engrenar. “dê uma chance ao jogo”, era tudo que passava pela minha cabeça. “foi só azar”, “é um bug inofensivo”, tentava me convencer, enquanto caminhava pelo jogo e, do nada, o chão some. Não há texturas. Eu caio no “nada” e morro.
OK, penso eu. Isso não foi nada. To no início ainda. Dá pra começar de novo. Então… novo recomeço. Dessa vez evito o tutorial. Evito o caminho sem chão. Dúvidas pairam na minha cabeça: “será que mesmo depois de mais de meia dúzia de patches, o jogo ainda está assim TÃO bugado?”
Continuo minha andança. Mato alguns escorpiões (“alguns” nada, eram mais de dez deles…) e sigo para um caminho onde uma rádio me mandava ir. Encontro a casa de um mutante. Me preparo para morrer, porque os mutantes, grandes seres verdes e musculosos, em Fallout 3, eram morte certa. Mas não esse. Esse era da segunda geração, como ele mesmo disse. E agora eles estão mais espertos, tão espertos quanto os humanos, para cita-lo novamente. Ele me avisa para não seguir por ali. Que a mulher que enviava aquele sinal de rádio
era a líder de algo muito, muito ruim. É a maneira do jogo dizer, “hey, vc não pode AINDA ir pra esta parte do mapa, porque vc acaba de começar”. Achei interessante. Até tentei convencer o mutante a ir comigo, sem sucesso, pq meu personagem não era bom de papo. Tinha menos de 50% de chance de convence-lo a ir comigo. Lógico: ele não veio. Dei meia volta e me dirigi a uma cidade onde seria bem recebido (dica do mutante segunda geração bonzinho que acabara de encontrar). Caminhar em New Vegas é tão difícil quanto em Fallout 3: há (MUITAS) pedras e morros, além de pontes destruídas, lagos radioativos, essas coisas comuns em mundos pos apocalípticos….
, então é bastante complicado CHEGAR nos lugares. Caminhei durante uns 5 minutos e,
já sabem, né ? O jogo travou…..
Olha, eu sou chato, vou tentar jogar outras vezes, mas PQP ! A Obsidian fez uma grande cagada com esse jogo !!!!!! Porra, em menos de meia hora de jogo, TRÊS BUGS DIFERENTES ! Essa merda já tem um ano ! Imagino como era no lançamento. Imagino o cidadão GASTANDO MAIS DE CEM REAIS em um jogo, pra dar pau o temp todo !
Olhem ESSE site e me digam: que RAIOS a Obsidian estava pensando quando lançou um jogo assim ?
A própria Obsidian adverte:
Save often and in different slots. Do not rely too much on autosave. A frequently overwritten autosave slot can easily become corrupted.

Divinity II…. Um título um tanto nebuloso…. A primeira parte da saga Divinity não foi muito bem recebida pelos jogadores, com muitos bugs e jogabilidade ruim, além de estória muito rasa. Passei longe de Divinity, apesar de gostar muito de RPGs. Mas me encontrava totalmente desiludido com o excesso de Gods of War e Far Crys que estava jogando…. queria mesmo era outro Mass Effect ou Fallout ! Mas não encontrava nenhum RPG que me prendesse…. Joguei até o popular Amnesia, que fez sucesso como adventure de terror, sucessor de Penumbra, da Frictional Games. Mas nada me tirava da inércia jogacional…..

Então, nas minhas buscas pelo mundo perdido dos torrents, encontrei Divinity II. Meio desesperançoso, baixei o jogo, com as atualizações, e comecei a jogar. De cara, vi que os gráficos eram bem datados, apesar de bonitos. Fui em diversos sites tentando entender porque o jogo não aceita AntiAliasing de jeito nenhum (sim, eu gosto de gráficos, e serrilhados me irritam). Por fim, entendi que tinha duas opções: ou deixava o jogo com tudo no máximo, que fica bonito, mas com serrilhado, ou diminuia as configurações ao ponto do AA funcionar, e o jogo ficava horrível . Lógico que joguei sem AA…
Como disse, não esperava muito do jogo. Comecei a jogar achando que ia largar em meia hora. Mas fui me envolvendo, fui gostando…. E os gráficos ficaram em segundo plano. O jogo é BOM ! Primeiro porque te envolve, e isso é (ou deveria ser) o principal motivo que leva alguém a jogar. Depois fui observando alguns pontos que me fizeram querer ir atéo final do jogo – na verdade, estou terminando a primeira parte da aventura, ainda tenho que jogar a segunda parte, que vem junto no pacote Divinity II: the Dragon Knight Saga. Pontos positivos no jogo:
- O jogo começa difícil, mas não TÃO difícil, e vai gradativamente ficando mais fácil. A sensação que fica é querer jogar mais e mais, para se tornar mais poderoso.
- A evolução do seu personagem é bem trabalhada, com criaturas e objetos únicos, que não surgem novamente. O que quer dizer que não há como ficar em um só lugar matando criaturas ou ganhando dinheiro (apesar de AINDA ser possível isso em pouquíssimas áreas do jogo, não foi a intenção dos programadores). Em resumo, vc tem que realmente ir em frente na aventura
- Os NPCs são engraçados, tem personalidade, nada como Dragon Age, mas muito divertido. Dei boas risadas com diversos diálogos, e as expressões tb agradam – claro, se vc relevar o gráfico velhinho…
- Espaço aberto é o que não falta. Principalmente depois da metade, quando vc pode virar um dragão.
- Quase todo NPC tem uma estória pra contar e vc se sente “parte” daquilo que está acontecendo.
- Gostei muito que, apesar do gráfico datado, não existe “clipping” no jogo – que é quando as pessoas e objetos ficam passando “por dentro” dos outros. Clipping é muito comum (mesmo!) em jogos atuais e fica muito feio…
- Sem querer comparar, DEFORMALGUMA, um jogo com outro, mas eu fiquei muito puto quando morri em Demons Souls ao cair de um altura mínima, uns 2 metros, quando meu personagem já havia pulado em plataformas de mais de 10 metros de altura. E quem conhece sabe que morrer em Demons Souls muitas vezes é traumático ! Em Divinity II, não importa o quão alto vc se jogue ou pule, vc não morre. Pode parecer ruim, mas é excelente. Quem já não morreu durante um combate com uma criatura ridicula, porque foi empurrado de uma plataforma ?
- São vários ambientes diferentes para jogar e em um determinado ponto vc ganha sua própria torre com seus servos
Enfim, ainda não terminei o jogo, meu personagem está no nível 32, é um Mago, porém nem tanto…. Explico: em Divinity II, todos são guerreiros. As armas que existem são maças, espadas, martelos e arcos. E armaduras e escudos, além de vc poder usar anéis, brincos, etc. Nada de cajados, roupas de mago ou nada parecido. Então vc não parece um mago, mesmo que evolua seu personagem como um. É uma limitação, mas não chega a incomodar. Aliás, Divinity II deixa a sensação de que, apesar de ser um jogo épico, com muita coisa para explorar, poderia ser maior. Vc vê muitas idéias interessantes no decorrer do jogo que poderiam ser desenvolvidas. O jogo tem potencial. E merece ser jogado. Se vc gosta de RPG, jogue, é obrigatório ! Se vc não é fã, pode até experimentar, mas duvido que goste, pois o jogo é focado no Role Play – combates, magias e etc são secundários.
Como disse, terminarei a primeira parte do jogo – Ego Draconis – e jogarei a segunda – Flames of Vengeance – em seguida. Voltarei aqui no Cave para comentar a segunda parte do jogo, aguardem !
UPDATE em 27/06/2011: Terminei o jogo (a “expansão”, inclusive). Valeu a pena, MESMO, jogar Divinity 2. Divertiu bastante e realmente surpreendeu em muitos pontos positivos. O que poderia melhorar ?
- A engine gráfica poderia ser mais atual
- O jogo poderia ser mais “equilibrado”, principalmente na “expansão” (Flames of Vengeance), algumas criaturas valem XP demais, enquanto outras, muito pouco XP, sem muita justificativa
- Os efeitos dos feitiços poderiam ser bem mais trabalhados
- Não sei se isso é um problema ou é próprio do design do jogo, mas meu “mago” parece um guerreiro. Não há COMO criar um Mago “de verdade” em Divinity 2, primeiro porque vc acaba com pontos demais nas Skills, e se ve obrigado a coloca-los em habilidades que não são de mago, e segundo porque não há armas de mago, nem roupas de mago, etc. Enfim, acho que as Skills e as definições de classes em Divinity 2 poderiam se bem melhores. As Skills principalmente.
Deprimente, REALMENTE deprimente toda a palhaçada que estamos vendo na TV aberta, desde “repórteres” da Record até programas humorísticos que não vou citar o nome….. Desde o massacre no colégio em Realengo, no RJ, todos ficam procurando desculpas e motivos para o assassino. Ele já foi desde terrorista até maníaco de videogames…!
O vídeo abaixo é um entre vários que surgiram na internet para tentar debater o óbvio: videogames não criam psicopatas. filmes não criam psicopatas.
PESSOAS CRIAM PSICOPATAS !!!!!!
A SOCIEDADE é culpada, sim. Pais que não educam os filhos, que nem sequer participam do crescimento dos mesmos. Colégios sem estrutura, professores (muito) mal preparados. Leis que simplesmente não são cumpridas. Policia corrupta, governantes corruptos, juízes corruptos…. Um país que está se deteriorando, sem saúde, sem educação, sem serviços BÁSICOS para a população. Um povo que a cada dia se torna mais IGNORANTE, consumidor da “tríade Brasil”: Carnaval, Novela e Futebol.
Procurar nas religiões ou nos videogames o motivo para a existência de psicopatas é, no mínimo, ESTÚPIDO ! A mídia é um monstro hipócrita que se alimenta da audiência. De maneira simplória, eles mostram o que o povo quer ver. E o que o brasileiro típico gosta ??? Claro…. violência…. putaria…. futebol…. Coloque no ar um programa inteligente que está fadado ao fracasso. Quer um exemplo ? O ALTAS HORAS….. um programa excelente, jogado para as madrugadas, encostado, falido……. O povo brasileiro (isso existe ?) não gosta de cultura. Não quer se importar. Não gosta de pensar. O povo brasileiro gosta é de sentar com sua cerveja no copo e ver o jogo do “timão”. O povo brasileiro gosta é de ir ao baile de carnaval ver bundas e bucetas. O povo brasileiro gosta de ver matérias sensacionalistas, repórteres agressivos, gritando, batendo na mesa. O povo brasileiro gosta de ver massacres, e de ficar criando todo tipo de teoria para justificar o acontecido. Povo que elegeu TIRIRICA…… Povo que teima em fechar os olhos e levar a vida de forma passiva, fingindo que nada ocorre…. Não há frase mais correta sobre o brasileiro:
EEEEE…VIDA DE GADO… POVO MARCADO… POVO FELIZ !!!!!
A tela acima é auto-explicativa. A média da nota dada pelos jogadores de Dragon Age II é de 3,8. Enquanto isso, a nota média da mídia especializada é de 8,2. O que está errado ? Nada. Tudo está no seu devido lugar. Aqui, o METACRITIC cumpre seu papel: diferenciar os textos pagos dos sites de jogos, das opiniões sinceras que quem realmente importa, o JOGADOR! Este caso, claro, é um extremo. Demonstra claramente como a BIOWARE quer empurrar o jogo pela goela abaixo de quem jogou Dragon Age: Origins. Mas o que ela fez NÃO é igual a Dragon Age: Originis. Não é nem PARECIDO ! Dragon Age II parece um God of War mal feito, com gráficos ruins (e não me venha com esse mimimi de “pacote extra de texturas”, porque melhora MUITO pouco!) e jogabilidade….. esquisita ! A interatividade, o ritmo do RPG foi estirpado. Agora é um jogo de ação. E sem sentido. Em um dado momento eu estava com meu MAGO andando em círculos para matar aos poucos os 20 inimigos que me perseguiam…. WTF ???!!!! A BIOWARE acertou em cheio na jogabilidade de MASS EFFECT. E de todos os outros jogos da empresa (tenho todos, zerei todos e GOSTEI DE TODOS). Mas, não sei como, COMO, conseguiram arruinar a franquia de Dragon Age !!!! Em Origins vc tinha diálogos EXCELENTES, interatividade que em muitos momentos fazia vc rir e em outros vc se envolvia com as personagens. Agora… Porradaria pura ! Ah…. claro…. e sexo, MUITO SEXO, inclusive homosexualismo. Mas que merda ????!!!!
- Gráficos horríveis (eu já disse isso, certo ?)
- Jogabilidade “esmaga botões” que NÃO convence
- Personagens mal desenvolvidos
- Somente HUMANOS ? Em um RPG ???!!!
- Relação entre personagens e diálogos ruins. Apelo sexual fortíssimo, de mau gosto !
Enfim… me decepcionei MUITO com o jogo. Será o primeiro da BIOWARE que não compro. O primeiro jogo RUIM da BIOWARE !!!! Por favor, mandem alguém embora, reformulem, mudem….. Mas não continuem nesse caminho, porque vai significar o fim de uma das últimas empresas que produzem RPGs de QUALIDADE para PC.